
No parque Vila-Lobos em SP.
As meio-dia, no da 12 de MAIO, sabado.
CONFIRME SUA PRESENÇA NO FACEBOOK!
Mais informações aqui.
(originally forlandivar / via aprendiz-da-dor)


No parque Vila-Lobos em SP.
As meio-dia, no da 12 de MAIO, sabado.
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É é saudades mesmo , saudades daquelas nossas noites e noites conversando e falando besteira , saudades de quando eu era o motivo das suas risadas , saudades daqueles nossos passeios na rua , de quando fiz voce matar aula pra irmos no cinema e nao tinha filme nenhum passando , Po era tão incrivel aquele tempo , tudo bem que eu exagerava no grude e no ciumes mais seila eu gostava de te abraçar e te beijar por que voce é o meu mundo , sabe eu acredito que eu ainda posso te fazer feliz , você pode até nao querer nesse momento voltar a ser a minha princesa a minha rafinha mais eu acredito que um dia nós vamos realizar tudo que planejamos , nosso casamento a nossa casa com uma parede de espelhos e no nosso quarto duas paredes de fotos uma com fotos nossas e a outra com fotos nossas e dos nossos filhos , aaaah vo fala deles Gabriel e Bruna pois é eles vão existir um dia não importa quanto tempo demore mais eles vão nascer e vão chamar eu e voce de mamãe e papai . vamos morar na holanda naquela rua que a gente passou uma noite toda vendo no google maps se lembra ?
Pois é vamos realizar tudo isso vamos mesmo eu acredito
Caso isso nao se realize uma promessa eu vo cumprir pro resto da minha vida … EU VOU TE AMAR PELO RESTO DA MINHA VIDA , mesmo que você um dia deixe de gostar e me amar

Nós iríamos nos casar e morar juntos e começaríamos apenas com o colchão, no comodo que, aparentemente, era pra ser a sala, e de semana a semana iríamos colocar cada móvel em seu devido comodo, e nossa casa seria perfeita - para nós. Iríamos assistir um filme numa sexta feira a noite, e no meio do filme, o que era pra ser um cinema caseiro, iria ir se transformando em beijos, caricias, mãos aqui e acu-la até estarmos totalmente nus e fazendo amor. Nós acordaríamos numa manhã de domingo, com preguiça de sair da cama, já super tarde, discutindo quem é que iria na padaria, quem é que iria preparar o café, no entanto, nada se resolveria. Acabaríamos indo comer no restaurante todo destruído da esquina e voltaríamos pra casa rindo do que encontrarmos no meio da comida. Iria se passar alguns meses e você iria ter começado a trabalhar, você iria chegar em casa toda a noite, cansado e eu iria te beijar muito, te dando abraços e te fazendo massagem, ou você dormiria no meu colo, ou acabaria me beijando e em seguida fazendo amor comigo. Um dia desses você iria chegar estressado e acabaria descontando em mim, e nós brigaríamos feio. Eu iria me deitar e começaria a chorar e então acabaria pegando no sono. Você iria ficar vendo TV e, na alta madrugada, acabaria se pegando chorando, iria até o quarto e me acordaria, me abraçando e pedindo desculpas, eu choraria mais ainda e você diria que me ama e que dói brigar. Nos finais de semana iríamos andar por qualquer lugar e fazer algumas compras. Depois de quase um ano juntos, descobriríamos que estamos “grávidos”, e depois você viveria beijando minha barriga, e chamando ele de bebê ou neném. Você me cuidaria muito mais, me zelaria muito mais, e sempre iria comigo ao médico. Depois de uns meses descobriríamos que o nosso bebê, seria um lindo garotinho, você ia pular de alegria por isso, por nosso garotinho vir primeiro que nossa princesinha, pra poder assim, cuidar dela. Quase no nono mês de gravidez, você iria pedir pra se ausentar do trabalho pra poder ficar comigo, e qualquer dorzinha que eu sentisse você já ia ficar preocupado e atento. No dia do parto, você iria chorar olhando pro nosso pequeno. Após alguns meses, iríamos brigar por que roupa colocar no bebê, iríamos brigar mais ainda por qualquer besteira. Iríamos acabar nos “distanciando”. Você iria chegar do trabalho, dar um beijo no bebê e iria ver TV, eu iria pra cama fazer ele dormir e acabou. “Bom dia” “Boa noite” apenas. Depois de um tempo, você iria chegar pra mim e me beijar do nada, pedindo desculpas e eu iria pedir também. Voltaríamos ao chamego e ao dengo que tínhamos. Acabaríamos ficando “grávidos” novamente, e agora da nossa princesinha. Continuaríamos brigando muito, continuaríamos nos reconciliando, fazendo amor, se beijando, continuaríamos envelhecendo juntos. Continuaríamos juntos […] Isso pode acontecer, tanto como não pode. No entanto, somos como um quebra-cabeça, um não fica completo sem a parte do outro e vice-versa. Acontecendo assim ou de outra forma, só vai existir felicidade, se existir o “nós”. (disaffirm)